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sábado, 20 de dezembro de 2014

O lojista de boa vontade

Lojistas de boa vontade lucrarão mais em 2015
O Espírito de Natal está no ar. O lojista com sua loja cheia de luz recebe igualmente a todos. Pobres e ricos, sem distinção. Porque mesmo não sendo Cristão, muito provavelmente, já deve ter ouvido falar do apóstolo Tiago que disse “Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes.”
O bom lojista aproveita essa época do ano para confirmar sua boa vontade para com os novos consumidores que pipocam por todos os lados neste Brasil em mutação. E pela primeira vez em 500 anos chegam os pobres e muito pobres, as classes C e D, no mercado consumidor.
Homens e mulheres, de todas as raças e idades, mas todos pobres, com seu jeito simples e humilde, trazem seu rico dinheirinho (mais de um trilhão de reais em 2014) para trocar por presentes que levarão para suas casas, suas vilas, barracos e cortiços para confirmar o Feliz Natal para suas famílias, parentes e amigos.
O lojista de boa vontade sabe da importância de controlar a soberba e o preconceito para dar graça aos humildes, trata-los com respeito e cair nas graças natalinas.
Afinal, é Natal. E todos nós queremos chegar em 2015 com um pouco mais de alegrias. Os lojistas serão recompensados aqui na Terra, com mais lucros. Porque sua boa vontade será reconhecida pelos fregueses humildes que aprendem, cada vez mais, a distinguir e a incluir como suas lojas preferenciais os estabelecimentos que respeitam a dignidade humana. Independente de serem pobres ou ricos.


sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Lojista, veja o que os consumidores populares querem te dar de presente

Lojista, o freguês trouxe um presente pra você
Se você tem um amigo que trabalha no comércio ele confirmará que nessa época do ano (Natal e Ano Novo) o movimento é ótimo.
Todo mundo comprando, presenteando e festejando. Estimulados pelo décimo terceiro, pela alegria de estar comemorando mais um ano, pelo prazer da chegada do ano novo.
Nessa época do ano dá para perceber a gentileza e extrema bondade dos fregueses mais pobres, que saem lá dos bairros periféricos, colocam uma roupinha mais nova, e chegam meio tímidos à sua loja.
Eles e elas, jovens e idosos, de todas as raças e de todos os credos, com os mais variados sotaques regionais e às vezes errando concordâncias verbais e outras vezes repetindo o gerúndio que assimilaram por contágio no relacionamento com as atendentes de telemarketing, todos chegam com a alma desembrulhada, preparados para presentear o lojista, a moça da embalagem e, principalmente, o profissional que aprovar o crédito.
Trazem nos bolsos somados mais de 1,1 trilhão de reais. É tanta grana que se juntássemos o poder de consumo desses cerca de 100 milhões de brasileiros e brasileiras, que alguns jornais resolveram chamar de “nova classe média”, formariam em termos econômicos a décima sexta Nação do mundo.
Chegam alegres e felizes porque têm o estranho hábito de não fazer poupança. Se acostumaram, desde as épocas bravas da inflação, a gastar tudo dentro do mês.
Coisa de pobre que ainda não tem educação financeira, apesar de começarem a prestar atenção, aos poucos, no que é investir.
Trazem de presente para o lojista uma agenda imensa. E haja parente, vizinhos, sobrinhos, conhecidos, colegas de trabalho. E basta apenas uma atenção do lojista que voltarão para seus bairros falando do vendedor ou vendedora e recomendando sua loja. “Me serviram um cafezinho da hora.”
E se forem bem recebidos na sua loja economizarão procura nas próximas vezes que saírem às compras. Não vão se arriscar a serem mal tratados em outros estabelecimentos, como tem sido a norma desde o século passado no Brasil.
“Para aproveitar essa boa vontade da freguesia, basta o lojista, o vendedor, o balconista, ou seja, quem estiver atuando no comércio, gostar de vender e gostar muito mais ainda de gente”, explica Celso Amâncio, presidente da Agência Consumidor Popular e que transfere para os clientes da Agência sua vastíssima experiência dentro da Casas Bahia.
Celso Amâncio trabalhou lado a lado com o “seu” Samuel Klein, fundador da Casas Bahia, recentemente falecido. E aprendeu com ele e com a família Klein a tratar consumidor, pobre ou rico, como gente.
Nos 29 anos que trabalhou com e para a família Klein, Celso Amâncio ganhou muitos presentes dos seus fregueses: “Ganhamos fidelidade, pontualidade no pagamento e uma propaganda boca a boca que fez a Casas Bahia a transitar tranquila por todas as crises econômicas que afetaram o comércio”, explica Celso Amâncio.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

O que os fregueses mais pobres querem ganhar de Natal?

O clima natalino recoloca em nossas agendas e corações o amor ao próximo, o respeito, o carinho e, principalmente, a aliança resultante de todas essas boníssimas intenções.
Lojista, dê carinho e atenção neste Natal
É o que espera todo e qualquer cliente recém-chegado ao mercado consumidor,  especialmente aquele ou aquela que entrar na sua loja nas próximas semanas. Seja para comprar ou para voltar para trocar presentes.
Depois de várias décadas em que comprar significava se preparar para superar uma humilhação de classe, que obrigava os mais pobres a vestir roupas de domingo e tentar a todo custo esconder que morava nos bairros periféricos, nas favelas ou cortiços, chegou a época em que todo mundo está orgulhoso da grana que carrega no bolso ou do crédito vinculado aos cartões que tem na bolsa.
São agora iguais de verdade. O poder de compra de um trilhão de reais por ano o comprova. Por isso querem o mesmo sorriso (sincero), a mesma cumplicidade (de verdade) e a mesma parceria que os vendedores e lojistas se acostumaram a oferecer, com naturalidade, aos mais bem posicionados socialmente.
“Antes de abrir a loja, o gerente deveria bater um papo com os seus lojistas e estimulá-los a focar em cada freguês como pessoa essencial para garantir o lucro, as comissões, os empregos e o sucesso comercial da loja ou da rede”, ensina Celso Amâncio, presidente da Agência Consumidor Popular.
Praticar o amor pela clientela é muito mais do que teatro. É uma questão de sobrevivência no próprio emprego e do próprio negócio.
Por isso, Celso Amâncio que passou 29 anos como diretor de crédito da Casas Bahia, avisa: “Olhe o freguês ou a freguesa nos olhos; não assuma que não vai comprar só porque tem um jeito simples, porque ninguém sai de casa para ir até sua loja só para fazer turismo; ofereça água ou café; se tiver com crianças, as perceba e as trate com gentileza”.
Amar o próximo é fácil se já fizer parte de nossas atitudes. E é esse carinho que cada cliente espera ganhar do lojista, do vendedor, da empacotadora e, principalmente, dos profissionais que aprovam o crédito nessas festas natalinas e de ano novo, insiste Celso Amâncio.
Por favor, nos conheça melhor clicando aqui